A Caixa adotou neste mês medidas de apoio à produção agrícola e liberou R$ 5,2 bilhões para custear a safra 2020/2021, com a finalidade de minimizar os efeitos causados pelo coronavírus (Covid-19) no cenário econômico. Além disso, a Caixa reduziu taxas para contratação das operações de custeio, investimento, comercialização e industrialização.

As medidas visam beneficiar o pré-custeio da produção de soja, milho, algodão, arroz, feijão, mandioca e café, podendo contemplar, ainda, culturas específicas das regiões do país. A Caixa é parceira do produtor agropecuário e a safra 2020/2021 será o nono ano agrícola de atuação do banco no agronegócio, que atua regionalmente com o objetivo de melhor atender os produtores.

Além das operações de custeio, a Caixa também disponibiliza taxas reduzidas para contratações de operações de investimento, comercialização e industrialização, que são variáveis de acordo com a atividade financiada, o prazo da operação, porte do cliente e seu nível de relacionamento com a Caixa.

Os produtores enquadrados no Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (PRONAMP) poderão contar com taxas a partir de 3,9% a.a., 35% menor se comparada com a taxa máxima estabelecida no Plano Agrícola e Pecuário do Governo Federal (PAP). Demais produtores pessoas físicas e jurídicas poderão contar com taxas 39% menores, partindo de 4,9% ao ano. Já as agroindústrias e cooperativas terão disponíveis taxas a partir de 3,9% ao ano, representando uma redução de 51% em relação à taxa máxima estabelecida no PAP.

As condições são válidas até o encerramento do ano safra vigente, que ocorre no mês de junho de 2020, em todas as mais de 1.700 agências habilitadas a atuar com o crédito rural em todo o país.


Com informações da Caixa